quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Super sincero?

"Paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas as palavras não podem ferir-me". Esse é um ditado popular comum e sempre pronunciado por pessoas que não querem dar o braço a torcer quando ouvem palavras ásperas ou que tem intenção de ferir.
A verdade é que as palavras influenciam a nossa vida. Elas nos alegram ou nos entristecem. Não é à toa que Provérbios diz "A palavra certa na hora certa é como um desenho de ouro feito em cima de prata." (Pv 25.11 - NTLH).
"Sou uma pessoa sincera. Tenho orgulho disso. Digo o que penso... e pronto."
"A gente tem que dizer sempre a verdade, doa a quem doer!"
Alguma vez você já disse algo parecido? Bom, eu já. Pelo menos essas eu já usei por aí. E quer saber? É verdade. A Bíblia diz mesmo que a gente tem sempre que falar a verdade. Agora a parte do "doa a quem doer"...

Já conheceu alguém estúpido? Sim, aquele tipo grosseiro, que age sem levar o sentimento dos outros em consideração. Pois tem gente que justifica sua estupidez ou grosseria, dizendo-se "sincero". Em nome dessa tal "sinceridade", vive a agredir os outros com palavras rudes e cruéis que, segundo ele, não passam da mais pura verdade.

"Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem" (Ef 4.29 - NTLH).

Quando for dizer alguma coisa, use palavras boas, gentis, amáveis. Fale de modo que ajude os outros a crescer e melhorar. Diga a verdade de modo que faça bem a quem ouve.

Também há pessoas que dizem a verdade de um jeito tão ofensivo, que agride o outro. É quem se orgulha de ter dito a verdade "na cara" de alguém. Não escolhe palavras gentis para falar o que pensa, vai logo dizendo palavras cruéis, num tom de raiva, para ofender o outro.
A verdade mesmo é que muitas vezes usamos a desculpa de "falar a verdade" quando estamos irados com alguém. Cheios de raiva, ou indignados por algo que essa pessoa disse ou fez, queremos ofendê-la porque nos sentimos ofendidos por ela. É um tipo de vingança. Usamos palavras duras e cruéis para feri-la, assim como ela nos feriu. Em momento algum nosso intuito foi o de abençoá-la com a verdade.

"Amem uns aos outros e sejam educados e humildes uns com os outros. Não retribuam mal com mal, nem insulto com insulto, ou ofensa com ofensa. Pelo contrário, paguem a ofensa com uma bênção, falem coisas boas, que abençoam. Refreiem a língua do mal, não falem coisas más. Afastem-se do mal e façam o bem; procurem a paz e façam tudo para alcançá-la" (1Pe 3.8-11 - NTLH / paráfase).

De acordo com a Bíblia, é lícito "dizer a verdade" para retribuir mal com mal, devolver um insulto, vingar uma ofensa com outra ofensa?

Se alguém lhe fez mal, não retribua com outro mal.
Se alguém lhe ofendeu, não devolva a ofensa.
Se alguém lhe insultou, retribua com palavras boas, abençoadoras.
Faça o bem. Busque paz. Faça de tudo para isso (inclusive refrear sua língua!).
Ao dizer a verdade, diga de forma que faça bem a quem ouve.

Todo mundo tem defeitos, certo? Alguns incomodam mais, outros menos. Ninguém gosta que os outros apontem os nossos defeitos - isso dói, dói muito! Mas tem gente que adora fazer isso. Na hora de uma discussão, vai logo "colocando o dedo na ferida". Despeja um monte de críticas cruéis, reclamando de todos os defeitos do outro, especialmente daqueles que sabe que doem mais - isso é crueldade!
Apontar os defeitos dos outros de propósito é maldade, sim! É verdade, ele tem mesmo esse ou aquele defeito. Mas ao "jogar na cara" a gente sabe que vai fazê-lo sofrer.

"Longe de vocês toda amargura, toda mágoa, todo ódio e toda raiva. Nada de gritarias, insultos, ofensas e maldades. Pelo contrário, sejam bondosos e compassivos uns com os outros. E perdoem uns aos outros, como também Deus, em Cristo, perdoou vocês" (Ef 4.31-32 - NTLH / paráfase).

Se alguém tem um defeito que lhe incomoda, não cultive ódio nem amargura. Cultive a bondade e a compaixão, que inclui ter tolerância e misericórdia por causa da fraqueza alheia. Perdoe as falhas dos outros. Perdoe como Cristo perdoa as suas falhas. Quando a verdade for dura, primeiro encha seu coração de amor e misericórdia (1Co 16.14) - perdoe, ore, ame... só depois, em atitude de amor e bondade, converse usando palavras que abençoam.

Não adianta apenas "falar a verdade". Importa também o modo como fazemos isso. A verdade não tem que doer, não tem que ferir, não tem que arrasar ninguém! Você precisa escolher a hora certa e as palavras certas - palavras que abençoam, que edificam, que fazem bem ao próximo. Só vale falar a verdade em atitude de pleno amor cristão.
E aí, pronto pra mudar de atitude?

(Revista Mega Teen)


quinta-feira, 23 de maio de 2013

DIFÍCIL SER TRANSPARENTE

Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente? Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma,é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que nos empenhamos tanto para levantar... Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre,a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana. Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser... Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo! Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção... E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos. Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está new honda nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado. Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar, doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos! Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar,agredir, acusar,criticar e julgar do que simplesmente dizer: "você está me machucando... pode parar, por favor?". Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor... Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencível. Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto, que consigamos docemente viver, sentir, amar... E que você seja não só razão, mas também coração, não só um escudo, mas também sentimento. Seja transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar.
(Viviane Ferrari)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Vai um pouquinho de amor aí?!?

O que é amor? Como manter um relacionamento duradouro e sadio?
Penso que amor é muito além de um simples sentimento que é falado de boca pra fora. É você querer o bem à pessoa mais que a você mesmo. É compreender nos olhos àquilo que palavras não conseguem explicar. É estar presente nos momentos mais importantes, felizes e difíceis. É dar sem querer nada em troca. É falar com gestos e atitudes.
Pra um relacionamento ser duradouro e sadio, além de tudo citado acima, os dois precisam ser mais que namorados, precisam ser amigos, melhores amigos. Cumplicidade, amizade, compreensão. Pra quê presentes bonitos e caros? O material estraga, quebra, sai de moda. Agora o respeito, o amor, a amizade, a cumplicidade permanecem por anos e anos. Por isso, seja mais que namorado (a), seja o melhor amigo, seja cúmplice, confidente, seja a pessoa que ele ou ela precise e confie o tempo todo. Faça os segundos valerem a pena. E acima de tudo colocar Deus no centro do seu relacionamento. Porque Deus é amor!
E se você me disser que para um relacionamento dar certo ou que para conquistar alguém é preciso presentear com objetos caros. Eu discordo e digo que isso não é amor, e sim interesse. Quem sabe não seja esse o principal motivo dos relacionamentos durarem tão pouco tempo.
Eu posso dizer que sou uma ótima, talvez excelente amiga, mas sou uma namorada melhor ainda. E você?!
Boa noite!


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS CEGOS E COM BAIXA VISÃO


Os alunos com deficiência visual não constituem um grupo homogêneo, com características comuns de aprendizagem, sendo também um erro considerá-los como um grupo a parte, uma vez que suas necessidades educacionais básicas são geralmente as mesmas que as das crianças de visão normal.
O deficiente visual é aquele que difere da média visual dos outros, que necessita de professores especializados, adaptações curriculares e/ou materiais adicionais de ensino.
Ele apresenta uma variação de perdas que pode se manifestar em diferentes graus de acuidade visual, desde a ausência da percepção de luz até 0,3 (Snellen)¹, conforme detalhado na definição médica e educacional.
Para trabalhar com crianças deficientes visuais há necessidade de um conhecimento prévio de cada caso, para elaboração de um plano educacional adequado às características e necessidades do educando. Algumas informações importantes devem ser escutadas junto aos pais ou responsáveis pela criança. Essas informações serão, posteriormente, ampliadas de acordo com o desenvolvimento das atividades no contato direto com o aluno. Segundo dados de especialistas, o sistema visual detecta e integra de forma instantânea e imediata mais de 80% dos estímulos no ambiente.
Esses alunos recebem e organizam informações no processo de apropriação do conhecimento e construção da realidade em um contexto impregnado de padrões de referências e experiências eminentemente visuais, que os coloca em situação de desvantagem. Assim:
[...] necessitam de um ambiente estimulador, de mediadores e condições favoráveis à exploração de seu referencial perceptivo particular. No mais, não são diferentes de seus colegas que enxergam no que diz respeito ao desejo de aprender, aos interesses, à curiosidade, às motivações, às necessidades gerais de cuidados, proteção, afeto, brincadeiras, limites, convívio e recreação dentre outros aspectos relacionados à formação da identidade e aos processos de desenvolvimento e aprendizagem. Devem ser tratados como qualquer educando no que se refere aos direitos, deveres, normas, regulamentos, combinados, disciplina e demais aspectos da vida escolar. (SEESP/MEC, 2007, p. 14)

¹ Snellen – Tabela para diagnosticar a condição visual de cada pessoa.

Conforme exposto acima, os alunos com deficiência visual devem ser tratados como seus colegas videntes, pois têm os mesmo desejos de aprender como os demais. A educação da criança deficiente visual deve-se processar por meio de atividades, projetos, programas, cursos, no ensino itinerante e na classe comum, recebendo apoio do professor especializado.
Em qualquer desses programas, os objetivos, conteúdos e procedimentos não são essencialmente diferentes da educação comum; tais crianças necessitam de uma educação geral, somada a um tipo de educação compatível com seus requisitos especiais, fazendo ou não uso de materiais ou equipamentos de apoio.
A educação do deficiente visual, como toda educação especial, necessita de professores especializados, profissionais qualificados nesta área, métodos e técnicas específicas de trabalho, instalações e equipamentos especiais, bem como algumas adaptações ou adições curriculares.
O principal fator a considerar no encaminhamento de uma criança aos programas de educação especial para deficientes visuais é a existência de um impedimento visual de tal ordem que, mesmo após correção óptica ou tratamento, ela não apresente condições para acompanhar o ensino regular sem as devidas adaptações ou recursos específicos (acuidade visual de 0 a 0,3 Snellen), requerendo a participação de especialistas para orientação e desenvolvimento de habilidades que permitam progressivamente, sua inclusão no ensino comum.
A tendência atual da educação especial, em todo o mundo, é manter na escola comum o maior número possível de crianças com deficiência. Aquelas que podem ser educadas num programa regular de ensino, com serviços suplementares e complementares.



 "Esse é um fragmento do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da graduação em Pedagogia."


sábado, 19 de janeiro de 2013

Atendimento Educacional Especializado


O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um tratamento diferenciado, que tem sede constitucional, mas que não exclui as pessoas com deficiência dos demais princípios e garantias relativos à educação. É previsto como acréscimo e não como alternativa e deve estar disponível em todos os níveis de ensino escolar. Esse é o ambiente mais adequado para garantir o relacionamento do aluno com seus pares da mesma idade cronológica e para estimulação de todo o tipo de interação que possa beneficiar seu desenvolvimento cognitivo, motos, afetivo.
O AEE é uma forma de garantir que sejam reconhecidas e atendidas as particularidades de cada aluno com deficiência. Entretanto, a aceitação do Atendimento Educacional Especializado não é obrigatório. O ensino obrigatório é o Fundamental, o AEE, bem como qualquer um dos apoios e instrumentos que ele compreende, é uma faculdade do aluno ou seus responsáveis.
Segundo o MEC (2007), as matérias consideradas no Atendimento Educacional Especializado são: Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); ensino da Língua Portuguesa para surdos; código braille; orientação e mobilidade; utilização do soroban; as ajudas técnicas, incluindo informática adaptada; mobilidade e comunicação alternativa/aumentativa; tecnologias assistivas; informática educativa; educação física adaptada; enriquecimento e aprofundamento do repertório de conhecimentos; atividades da vida autônoma e social, entre outras.
A Constituição garante a todos o direito à educação e ao acesso à escola. Toda escola, assim reconhecida pelos órgãos oficiais constitucionais, não podendo excluir nenhuma pessoa em razão de sua origem, raça, sexo, cor, idade, deficiências ou ausência dela (CF/88, art. 205).
Apenas esses dispositivos legais bastariam para que ninguém negasse a qualquer pessoa com deficiência o acesso e permanência na escola. Mas o argumento que vem logo em seguida é sobre a impossibilidade prática de tal situação, principalmente diante da deficiência mental. Quando nossa Constituição Federal garante a educação para todos, significa que é para todos mesmo, em um mesmo ambiente, e esse pode e deve ser o mais diversificado possível.
As escolas tradicionais alegam um antigo despreparo para receber alunos com deficiência visual, auditiva, mental e até física, mas nada ou muito pouco fazem no sentido de virem a se preparar. Há também uma constante alegação de que essa inclusão escolar é muito boa, mas não podem servir para o aluno que tenha deficiências muito graves. Ora, alunos em tais condições estão à procura de tratamentos relacionados à área da saúde e são em numero bastante reduzido. As crianças que vem sendo recusadas constantemente nas escolas são crianças cegas, surdas, com limitações intelectuais e/ou física, mas não associadas a doenças. São, apenas, crianças com deficiências.
Neste cenário, mesmo havendo a constante garantia nas Constituições em geral em relação à igualdade, como é o caso do Brasil, passaram a surgir convenções e tratados internacionais reafirmando o direito de todos os seres humanos à igualdade e dando especial ênfase à proibição de discriminação em virtude de raça, sexo, religião e deficiência.
A Convenção de Guatemala, por exemplo, deixa clara a impossibilidade de tratamento desigual com base na deficiência, definindo a discriminação como toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, antecedente de deficiência, consequência de deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais (art. 1º, nº 2, “a”).
Em cada sala de aula sempre existem alunos que rejeitam propostas de trabalho escolar descontextualizadas, sem sentido e atrativos intelectuais. Por isso, a melhor maneira de ensinar a turma toda é enfrentar os desafios da inclusão escolar, sem fugir das causas do fracasso e da exclusão, tratar os conteúdos acadêmicos como meios de conhecer melhor o mundo e as pessoas que nos rodeiam e ter como parceiras as famílias e a comunidade na elaboração e no cumprimento do projeto escolar, propor atividades abertas e diversificadas, isto é, que possam ser abordadas por diferentes níveis de compreensão, de conhecimento e de desempenho dos alunos e em que não se destaquem os que sabem mais ou o que sabem menos, debates, pesquisas, registros escritos, falados, observação, vivências, entre outros.
Não podemos deixar de nos questionar sobre as atitudes tomadas pela escola diante da dificuldade dos alunos, não só do deficiente, mas também daqueles que possui qualquer dificuldade de aprendizagem. Nos perguntar por exemplo: Existe/acontece mesmo uma inclusão? Estamos preparados? Como temos nos preparado? O que nós professores/educadores temos feito para minimizar a discriminação?

Referências
BRASIL. Constituição, 1988.
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica / Secretaria de Educação Especial. MEC/SEESP, 2001.
FÁVERO, Eugênia Augusta Gonzaga.; PANTOJA, Luísa de Marillac P.; MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Atendimento Educacional Especializado: Aspectos Legais e Orientações Pedagógicas. São Paulo: MEC/





domingo, 6 de janeiro de 2013

Decisão

"Uma jovem aproximou-se de mim com uma vara na mão e perguntou-me:
- O que é o amor?
Olhou para mim por alguns minutos, abaixou e começou a rabiscar alguma coisa no chão com aquela vara.
Levantei os olhos por alguns momentos e fiquei a olhar uma nuvem que começou a encobrir o sol. Quando voltei novamente os olhos para o chão, tive uma grande surpresa. Aquela jovem não se encontrava mais ali.
E na poeira do chão eu pude ler algo que estava escrito...
As vezes o amor chega até você, mas a sua indecisão pode fazer com que você o perca para sempre."
(José Gomes Thiago)